Neste domingo, Dia Mundial das Missões, o papa Bento XVI prestou homenagem aos missionários que “consagraram a sua existência” ao anúncio do Evangelho. Ele se lembrou de modo especial, aqueles que foram vítimas de perseguição, sequestros e assassinatos(...)Foi na Praça São Pedro, diante de milhares de peregrinos, que o pontífice lembrou-se durante a recitação do Angelus, o padre italiano Ruggero Ruvoletto, 52, assassinado em Manaus (AM), no dia 19 de setembro. Também foi mencionado por Bento XVI o nome do padre Michel Sinnot, sequestrado no dia 11 de outubro, nas Filipinas.
O papa falou das dificuldades por que passam os padres, religiosos e leigos católicos, destacando as situações de “extremo sacrifício e amor a Cristo”. O Dia Mundial das Missões constitui para o pontífice um apelo a “anunciar e testemunhar o Evangelho a todos, em especial aos que ainda não o conheceram”.
No encerramento, ele invocou a intercessão dos patronos das missões sobre a Igreja e pediu orações pelos trabalhos do Sínodo, que entram na sua última semana.
Quase mil mortos
De acordo com a Agência do Vaticano para o mundo missionário, 20 agentes de pastorais foram assassinados enquanto desempenhavam a sua missão nos cinco continentes, em 2008. O número é praticamente idêntico ao ano anterior, que foram 21.
A Agência Fides lembra que desde 1980 morreram 912 missionários, com destaque para genocídios em Ruanda, em 1994. A Agência Vaticano registrou 193 mortes desde 2001.
FONTE:
http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=2396


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