A CIÊNCIA SE CURVA DIANTE DA GRANDEZA DA VIRGEM DE GUADALUPE!!


A HISTÓRIA
O índio Juan Diego, cujo nome asteca era Cuauhtlatohayc, nasceu em 1471, perto da cidade do México, na aldeia de Cautitlán, pertencente aos índios Mazehuales.
Era então Arcebispo da cidade do México, Dom Juan de Zumárraga, franciscano basco. Era o segundo bispo da Nova Espanha.
Conforme a lenda e tradição, no sábado, 9 de dezembro de 1531, pelas seis horas da manhã, quando o índio Juan Diego se dirigia de sua aldeia para a de Tolpetlac para assistir uma função religiosa na missão franciscana de Tratetolco, ao chegar ao monte Tepeyac, às margens do lago Texcoco, viu uma jovem de uns 15 anos, que lhe ordenou ir falar com o Bispo a fim de pedir-lhe que construísse um templo no vale próximo.
No mesmo dia a tarde por volta das 5 horas da tarde, Juan Diego vê novamente a jovem, lhe relata a incredulidade do bispo e pede que escolha outro mensageiro. Porém, a jovem insiste em sua missão de ir ter novamente com o bispo e pedir a construção do templo. No dia seguinte, Domingo 10 de dezembro, 3 horas da tarde, Juan Diego fala novamente com o bispo, que ainda não acredita e pede algum sinal. Pela terceira vez a jovem lhe "aparece" e ordena a Juan Diego que volte ao monte no dia seguinte para receber o sinal pedido pelo bispo.
Entretanto, no dia seguinte, Juan Diego, não vai ao monte devido a doença de seu tio Juan Bernardino. Na madrugada do dia 12 de dezembro, terça-feira, devido a gravidade da doença de seu tio, Juan Diego sai de sua aldeia para buscar um sacerdote, e rodeia o monte para não encontrar a virgem. Porém, mesmo assim ela lhe "aparece", fala que seu tio ficará curado, e pede que vá ao monte buscar rosas que seria o sinal. Ao seu regresso, a virgem diz: Estas diferentes flores são a prova, o sinal que levarás ao bispo. Diga-lhe que veja nelas meu desejo, e com isso, execute minha vontade.
Ao mesmo tempo que Juan Diego encontra a jovem, ela "aparece" também a seu tio doente, cura instantaneamente suas enfermidades e manifesta seu nome: "Sempre Virgem Santa Maria de Guadalupe".
No dia 12 de dezembro, após a quarta "aparição", Juan Diego leva em seu poncho, como prova, rosas frescas de Toledo(e isto em pleno inverno mexicano). Já na casa do bispo, por volta do meio dia, na hora que abriu o poncho (ayate) onde estavam embrulhadas as flores, estava a imagem: "A Virgem de Tequatlaxopeuh". A mesma que hoje se venera na Basílica de Guadalupe.
PROPORÇÕES DO PONCHO
A imagem estampada é de 143 cm de altura. Aparece uma jovem morena, aparentando 18 a 20 anos e trajando um vestido comprido. O poncho, chamado de "ayate", é composto de três lados e confeccionado de cacto, chamado "maguey", grosseiramente confeccionado, assemelhando-se a um saco de estopa. Cada lado mede perto de 50 cm de largura. Ocupando dois desses lados está desenhada a imagem da jovem. O terceiro lado está dobrado para detrás das outras.
EXAMES CIENTÍFICOS
Em 1966 reuniu-se uma comissão de sete pintores, os mais famosos de então, que após um estudo demorado, deram seu parecer sobre o desenho do ponche, perante escrivães e dignatários.
Em 1751, Miguel Cabrera, chamado também de "Miquelângelo mexicano" e mais três outros pintores de renome voltaram a realizar novos estudos sobre a pintura. Desde então, repetidamente, vem sendo realizado este trabalho científico, cada vez com meios mais adequados (tais como raio X, análises químicas e novas modalidades de investigação) na medida em que a Ciência avança e facilita melhores técnicas.
No transcorrer do tempo, os homens tentaram realçar as cores para que fossem vistas melhor de longe e pretenderam introduzir outros "enfeites". Nas nuvens foram pintados anjos (desapareceram com o tempo), os raios de sol foram recobertos de ouro (o ouro está descascando), a lua branca foi "iluminada com prata (ficou preta e o preto está descascando) e finalmente, pintaram uma coroa sobre a cabeça (com dificuldade pode ser vista ainda).
AS TINTAS
Pintores e análises químicas não desvendaram ainda a origem das tintas empregadas. Mauel Garibi, um perseverante examinador da pintura, resume assim a estranheza dos investigadores, principalmente quanto ao dourado que aparece nos perfis do vestido, nas quarenta e seis estrelas, nos arabescos e nos 129 raios de sol..
"O dourado é transparente e sob este se vêem os fios do poncho. E como não exista nenhum material que seja transparente, nem sequer o cobre e o ouro, elementos indispensáveis para que o homem possa executar um dourado. Esse dourado, dotado de transparência, não pode ser obra humana".
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CPT DIVULGA RELATÓRIO SOBRE CONFLITOS NO CAMPO DO BRASIL - 2008

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) realizou nesta terça-feira, 28, uma coletiva de imprensa em Itaici, para divulgar o relatório sobre os "conflitos no campo do Brasil - 2008", e mostrar os dados que, se comparados a 2007, apresentam uma redução. Contudo, a partir de uma análise mais aprofundada, percebe-se que o índice de conflitividade aumentou. Segundo os dados do documento, 53% dos envolvidos nos conflitos por terra, no país, foram as populações tradicionais: índios, quilombolas e camponeses. Número que, conforme o professor Carlos Walter Porto Gonçalves, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostra que essas populações estão sendo expropriadas. 0 relatório apontou, também, que 2008 foi o ano em que ocorreu o maior número de casos de denúncias contra trabalho escravo, e o segundo maior da história, de pessoas libertadas desta realidade. O Conselheiro Permanente da CPT, Dom Tomás Balduino, disse que a comissão "tem cumprido sua missão de anúncio e denúncia, ao dar voz aos que não tem voz". E achou positivo o levantamento destes dados de conflitos, pois "constitui uma contribuição muito grande para que a sociedade acorde no sentido de flagrar em que 'pé está' esta política anti reforma agrária". O relatório completo foi disponibilizado no site da CPT.

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BISPOS NA 47ª ASSEMBLEIA FALAM DE CEB's E REFORMA AGRÁRIA


Na coletiva desta terça-feira, 28, na 47ª Assembleia da CNBB, os bispos falaram sobre as Comunidades Eclesiais de Base (CEB's) e sobre a 12ª Intereclesial, encontro que vai acontecer pela primeira vez na Amazônia, entre os dias 21 a 25 de julho. Estiveram presentes, o responsável pelo evento, Dom Moacyr Grechi, o bispo responsável para as Comunidades Eclesiais de Base (CEB's), Dom Adriano Ciocca, e o presidente nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Dom Ladislau Biernaski. Dom Adriano destacou que após um momento de parada para retormar o fôlego, as CEB's tiveram que mudar um pouco o perfil e, hoje, vivem um momento interessante, "estão muito vivas e numa grande fase de renovação". Ao partilhar sua experiência, Dom Moacyr recordou que é bispo há 37 anos na região Amazônia, sendo 27 deles no Acre e, agora, em Rondônia. Disse ainda que, nessa região, as CEB's são os únicos modos de viver as propostas de Jesus Cristo. As comunidades se destacavam por procurar viver o amor fraterno, com partilha e expressões de amor. E fez o convite para a 12ª Intereclesial que será centrada na CEB e o meio ambiente. "Como viver nesta Amazônia tão diferente e levar a frente sua missão eclesial neste ambiente?", indagou. Já Dom Ladislau enfatizou as prioridades da CPT que quer reativar e dinamizar a questão da reforma agrária no país. O bispo lembrou também as bandeiras levantadas pela comissão de lutar pelo fim do desmatamento na Amazônia, para que a floresta seja regenerada, e a luta contra a "contra-reforma" - o avanço do hidro-negócio, as melhores terras para a produção de biocombustíveis e as inferiores para a produção de alimentos. "Se tivermos poucos alimentos, eles vão subir o preço e quem não vai ter acesso serão os pobres", explicou. E destacou também o apoio e trabalho em favor dos sem-terra e as lutas para os que estão na terra possam melhorar sua vida e, assim, permanecer, sem ir para as cidades e encher as periferias.

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O MILAGRE DO SOL NAS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (13 DE OUTUBRO DE 1917)

Os Pais de Lúcia

Lúcia (10 anos), Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos)

Cerca de 70 mil pessoas testemunharam o milagre


Chegada dos automóveis e dos peregrinos dos mais diferentes recantos



Notícia sobre o milagre nos principais jornais da época


Em Sua terceira aparição em Fátima, Nossa Senhora prometeu aos três pastorinhos:
“Em outubro direi quem sou, o que quero, e farei um Milagre, que todos hão de ver para acreditarem” [13 de junho de 1917]
Três meses depois, Maria Santíssima realizou, por intervenção divina, o Milagre do Sol.

1 - Foi o primeiro milagre da história (excetuando a Ressurreição) que foi realizado para provar algo à humanidade com tempo e local anunciados com antecedência.
2 – Nenhum pesquisador conseguiu, até hoje, explicar à luz da ciência os movimentos do sol e os fenômenos que ocorreram em Fátima naquele dia.
3 – A escolha das testemunhas entrevistadas foi feita de maneira totalmente imparcial e aleatória: jovens, adultos, católicos, ateus, homens, mulheres, pobres, ricos etc.
4 – O milagre foi observado também por numerosas testemunhas situadas fora do local das aparições, até a 40 quilômetros de distância.

Lúcia, a mais velha dos três pastorinhos, revelou em suas Memórias as visões extraordinárias que teve enquanto Nossa Senhora comandava o Milagre do Sol no céu de Fátima.
Diz a Irmã Lúcia:
“E abrindo as mãos, Nossa Senhora projetou feixes de luz que refletiram no Sol. E enquanto se elevava da azinheira para o Céu, continuava o reflexo da Sua própria luz a projetar-se no Sol.”
Então, eu gritei:
“Olhem, olhem para o Sol!”
“O meu fim não era chamar para si a atenção do povo, pois que nem sequer me dava conta da sua própria presença. Fi-lo apenas levada por um movimento interior que a isso me impeliu.”
Naquele exato momento as nuvens desapareceram num instante, a chuva terminou e apareceu o sol que tinha uma cor prateada e não cegava”.
E então, começaram as duas manifestações sobrenaturais distintas: a dos pastorinhos e aquela da multidão que foi apresentada acima.
Lúcia continua a descrever:
-“Desaparecida Nossa Senhora na imensa distância do firmamento, vimos, ao lado do Sol, São José com o Menino Jesus e Nossa Senhora vestida de branco, com um manto azul. São José com o Menino Jesus pareciam abençoar o Mundo com uns gestos que faziam com a mão em forma de cruz.
“Pouco depois, desvanecida esta aparição, vi Nosso Senhor e Nossa Senhora que me dava a idéia de ser Nossa Senhora das Dores. Nosso Senhor parecia abençoar o Mundo da mesma forma que São José. Desvaneceu-se esta aparição e pareceu-me ver ainda Nossa Senhora em forma semelhante a Nossa Senhora do Carmo.“
Uma enorme quantidade de depoimentos de testemunhas do Milagre do Sol, relatando os mesmos acontecimentos, ajudam a comprovar a veracidade do epidódio.
“Era como um disco de vidro fosco iluminado por detrás e girando sobre si mesmo, dando a impressão que estava caindo sobre nossas cabeças.”
(Sr. Mario Godinho, que não acreditava nas aparições de Fátima até o dia do Milagre)
“Olhei fixamente para o sol que parecia pálido, não feria meus olhos. Parecendo uma bola de neve, ele girava sobre si mesmo; de repente pareceu cair em ziguezague.”
(Pe. Joaquim Lourenço, que decidiu pelo sacerdócio após a experiência)
“O sol começou a rodar em círculos de todas as cores. Era como uma roda de fogos de artifício, caindo sobre o chão.”
(Sra. Maria Celeste da Câmara e Vasconcelos, um exemplo de que o Milagre impressionou pessoas de todas as classes sociais)
“Olhei para o sol e o vi girando como um disco, rolando sobre si mesmo. Vi as pessoas mudando de cor, tomando as cores do arco-íris.”
(Sr. Antonio Antunes de Oliveira, que após o Milagre passou a visitar mensalmente o vilarejo de Fátima)
“Até nossas roupas tinham secado. Não sentimos absolutamente nada. As roupas estavam secas e pareciam que tinham acabado de vir da lavanderia. Pensei: ou estou louco ou isto foi um milagre, um verdadeiro milagre.”
(Sr. Dominic Reis, a riqueza de seu relato fez dele uma das principais fontes testemunhais)
“Minha roupa estava molhada e então, sem me dar conta, ficou seca.”
(Sr. Joaquim Vicente, que como grande parte da multidão presente achou que o mundo fosse acabar)
“Presenciei também quatro curas no lugar das aparições: duas de tuberculose, uma de uma moça de Lisboa e a outra de Alfarelos; e duas aleijadas.”
(Sra. Maria do Carmo Menezes, que se impressionou com a conviccão das crianças sobre a promessa de Nossa Senhora)
“Não conheço ninguém que dissesse não ter visto.”
(Sr. João Carreira, que assistiu ao Milagre ao lado dos três pastorinhos)
“Nunca soube que alguém não tivesse visto nada. Elas não poderiam não ver, a menos que não quissessem olhar o fenômeno.”
(Sr. José Joaquim de Assunção, mais uma entre as milhares de testemunhas que eram descrentes até o dia do Milagre)

Outras fotos do milagre do sol (Aparições de Nossa Senhora de Fátima):
http://www.santuario-fatima.pt/portal/arquivo.php?cat=35
Entrevista com Sr. Dominic Reis, uma das mais importantes testemunhas do milagre:
Fonte:

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NÃO TENHAMOS RECEIO DE VENERAR A MÃE DE DEUS!!

"Maria é a maior e a mais nobre jóia da Cristandade logo após Cristo...Ela é nobre, sábia e santamente personificada. Jamais conseguiremos honrá-la suficientemente"
Talvez você custe a acreditar, mas este pensamento de profundo respeito e amor a Virgem Maria, foi proferido num sermão de Natal em 1531, por ninguém mais do que Martinho Lutero, o principal responsável pelo surgimento das igrejas evangélicas no mundo inteiro. Até ele, reconhecia o incalculável valor de Nossa Senhora. E disse mais: "Peçamos a Deus que nos faça compreender bem as palavras do Magnificat… Oxalá Cristo nos conceda esta graça por intercessão de sua Santa Mãe! Amém.
”O Filho de Deus fez-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o auxílio de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem."
Olha só o que o Pai dos Calvinistas (John Calvino) disse também:
”Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.”
Outro reformador chamado Ulrich Zwinglio, afirmou certa vez:
"Firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que, tanto no parto quanto após o parto, permaneceu virgem pura e íntegra. ”
John Wesley, fundador da Igreja Metodista, também demonstrou seu amor a Maria:
"Creio que [Jesus] foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.”
Caríssimos irmãos em Cristo, que agora lêem este artigo, pergunto-lhes: "Com que direito algumas igrejas contemporâneas, excluem Maria da fé cristã, negando-a seus atributos de Mãe e intercessora do povo de Deus? Conheço todos os argumentos nefastos contra a Mãe de Deus. Um deles cita ITm 2, 5: "Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo - homem". Porém, é preciso entender que a palavra "Mediador" no grego, depois da transliteração, lê-se "messítes", e esta palavra está sendo usada no sentido de que Jesus é o único Salvador entre Deus e os homens. Podemos sim, ser intercessores conforme vemos em Rm 15,30; Lc 16, 9; Ef 6, 8; Hb 13, 39. A Bíblia também fala que o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inefáveis, ou inexprimíveis (cf. Rm 8, 26-27). Em outras palavras, Jesus não é o único intercessor, mas sim o único mediador.
Não poderíamos deixar de mencionar outro aspecto de relevada importância. Deus habitou no seio virginal de Maria, logo todo o seu corpo é santo e imaculado. Lembremo-nos de Ex 3, 5 onde Deus pede que Moisés tire suas sandálias pois o lugar onde ele estava pisando era sagrado. Ora, Deus não compactua com o pecado, onde o Todo-poderoso se encontra não pode haver impureza alguma. Se Jesus, o próprio Deus feito homem, esteve no ventre de Maria, não convinha que o seu corpo fosse presa do pecado, mesmo somente o pecado original.
"Intacta antes, durante e depois do parto" , afirma Santo Agostinho. Para Deus tudo é possível!!
Ó Maria, Virgem santíssima, Mãe castíssima, roga pelo teu povo, principalmente pelos pobres e excluídos de nossa sociedade. Amém!!

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MARIA, A SUBLIME E AMADA DE JAVÉ

"De Maria nunquam satis"
(De Maria por mais que se fale, nunca se falará o bastante)

Com esta frase de São Bernardo (1090-1153), um dos grandes místicos da Idade Média, recordemos a importância de Maria, na história da salvação da humanidade, bem como em nossa vida cristã. As palavras não conseguem traduzir o inestimável legado de virtudes e o admirável exemplo de obediência e fé que esta serva de Javé nos deixou, como fonte inesgotável de vida espiritual.
Tudo em Maria traduz a concretização do projeto de Deus, inclusive o seu próprio nome. Segundo os pesquisadores, duas interpretações são extremamente convincentes acerca de sua origem: a egípcia e a ugarítica. Para a egípcia, Maria é a Amada de IaHWeH. Para a ugarítica, Maria é a sublime, a excelsa, a grandiosa. Significados tão grandiosos para alguém que se reconhecia a "escrava de Javé", a "serva do Senhor", aquela que se pôs a serviço de Deus, renunciando todo e qualquer projeto pessoal de vida para cumprir em tudo o propósito divino. O seu "sim" incondicional a fez participar sobremaneira da obra da Redenção, tornando-a Mãe de Deus. Ora, trata-se de uma conclusão no mínimo lógica entender tamanha honra. Se Maria gerou dentro de si o Verbo de Deus humanado, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, então podemos afirmar categoricamente a sua maternidade divina.
Santo Afonso Maria de Ligório, com toda a sua eloquência, amplia esta reflexão ao afirmar que Maria não só é Mãe de Deus, como também de toda a Igreja. Para ele, se Maria gerou a Cabeça da Igreja que é Jesus, gerou também o seu corpo que é a Igreja. De Maria nasceu o Salvador e a própria Igreja, corpo místico de Jesus. Mas a nossa filiação de Maria tem ainda outro fundamento bíblico. Jesus antes de morrer, já dera à humanidade presentes maravilhosos, como a Eucaristia, o Sacerdócio, o Mandamento do amor e na sua sábia generosidade deixou para o último momento aquele, que iria nos ajudar a zelar por todos os outros -: no Calvário, quando já se esgotavam suas energias, quando se esvaíam suas suas forças, quando fugia sua voz, Ele se dirigiu para sua Mãe, que estava em prantos ao pé da cruz com João e outros discípulos e disse-lhe: "Mulher, eis aí o teu filho" e depois dirigindo-se a João disse-lhe: "eis aí tua mãe" (Jo 19, 26-28).João representava naquela hora toda a humanidade, que era entregue a Maria para ser cuidada como filha. A mãe recebia agora uma missão muito mais vasta, a de zelar com amor maternal sobre todos os filhos espalhados por todo o Universo, em todas as gerações.
Não podemos e nem devemos separar a Mãe do Filho, Maria de Jesus. Os dois sempre estiveram juntos, mesmo naqueles momentos em que Jesus exercia o seu ministério de pregador itinerante. Mesmo aí, Maria o acompanhava com seu olhar materno e seu amor incondicional. Essa solicitude maternal, sempre foi exercida por Maria: nas bodas de Caná, quando ela manifestou a sua onipotência suplicante, intercedendo pelos noivos; na educação do menino-Deus, fruto de um mistério tão grande e principalmente logo após a partida de Jesus, quando os apóstolos estavam entristecidos e saudosos. Ela está sempre no meio deles confortando-os e encorajando-os. Na caminhada da Igreja através dos tempos, nos seus momentos altos e baixos Ela é sempre apoio, força e esperança.
Não pensemos erroneamente que Maria esteja ofuscando ou tirando o brilho de Jesus. Ela é o caminho mais curto e seguro para chegarmos até Ele, é seta que aponta para o caminho, é o canal por onde recebemos a água viva que é o Cristo ressucitado, o modelo mais puro e genuíno de santidade, a primeira cristã da história. Venerá-la com fé e piedade é reconhecer os seus méritos e espelhar-se em sua vida, para sermos discípulos mais fiéis ao projeto de Jesus Cristo.
Ó Maria de tantos títulos e nomes, de tantas virtudes e glórias, Rainha do Céu e da Terra, roga por nós junto ao teu amado Filho e ensina-nos e dizer "sim" ao projeto de Deus. Amém!

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AIDS, PREVENÇÃO E A MORAL DA IGREJA

Abordaremos neste artigo o velho assunto da posição da Igreja sobre o uso do preservativo na prevenção da AIDS tentando responder a algumas perguntas que nos chegam…
Pode a Igreja propor o não uso do preservativo em um mundo que, de maneira geral, não ouve mais a sua voz?
Sim. O dever da Igreja é de anunciar a verdade. O fato do “mundo” rejeitá-la, confirma a necessidade de se afirmar - ainda com mais força- a verdade que a Igreja acredita ser válida para seus filhos e também para todos os homens, mesmo os que não têm fé.
Os homens que não têm fé não são obrigados a acreditar, mas são convidados a refletir e a pensar sobre o assunto,de forma livre.
O que está em jogo são vidas, não é só uma questão dogmática, como se a Igreja quisesse impor sua doutrina “goela abaixo". É uma questão de racionalidade e de bom senso.
"A Igreja não quer admiração, mas respeito”.
A Igreja ao manifestar sua opinião chama o mundo a uma reflexão sobre o assunto e se propõe a trabalhar, como já o faz, para minimizar o drama dos que sofrem por causa desta doença.
Por que a propaganda a favor do uso do preservativo é errada ?
Exatamente porque motiva o uso do preservativo, sem nenhuma advertência de perigos e riscos que ele traz, de rompimento ou mau uso, por exemplo; além de apresentar um forte convite ao desregramento sexual, razão principal do aumento das DST's, dentre elas a AIDS.
A propaganda estimula o comportamento que gera a possibilidade de contaminação pelo vírus.
É fácil constatar isso ao acompanhar os números crescentes de pessoas atingidas pelo vírus HIV em todo o mundo, mesmo com a propaganda massiva de estímulo ao uso do preservativo e da suposta proteção que seu uso ofereceria.
O vírus da AIDS é 450 vezes menor que o espermatozóide, pode passar facilmente pelos póros do látex do preservativo, ou por micro furos, mesmo que se esteja usando o preservativo de “modo adequado.”
Mas não é pequeno o percentual de rompimento ou mau uso do preservativo, por que focar-se tanto na possibilidade do erro, 10% e não ficar com os 90% de acerto?
Faça essa pergunta a quem, por causa dos 10%, pegou AIDS… Quanto mais se é promíscuo, mais aumenta a possibilidade de contágio. O comportamento de risco é compatível com a possibilidade de contágio.
Sem entrar no mérito da questão moral, pode se perguntar a quem crer de forma absoluta na “proteção do preservativo” se a pessoa toparia praticar sexo com uma pessoa com AIDS, mesmo usando a “proteção”.
Mesmo que fosse 100% o percentual de segurança através do uso do preservativo a Igreja continuaria a ser contra, por que a questão não se resume apenas a AIDS, e sua prevenção, mas à educação, a defesa da vida e vida com a qualidade digna da alta vocação que todo homem é chamado a viver.
Além disso, a lei natural determina que existe um vínculo inseparável entre a relação sexual e a transmissão da vida; romper artificialmente essa união, como acontece no uso do preservativo, mesmo entre pessoas casadas, diga-se de passagem, representa uma grave infração dessa lei natural..
Mas a propaganda não tem uma motivação boa, que é evitar que a doença se propague?
Sim, a intenção é excelente, porém o evitar o pior não nos dá licença para apoiar o que é perigoso e errado. O fim não justifica o meio. Estimular a promiscuidade é péssimo em qualquer situação.
O que seria o correto então na prevenção da AIDS?
Que se diga a verdade em relação à suposta proteção absoluta do preservativo, afirmando o percentual de risco que existe, para não alimentar o falso senso de segurança que a propaganda quer fazer crer. Neste aspecto, não se deve falar de sexo seguro porque não é condizente com a verdade objetiva. Existe, sim, a possibilidade de falhas, mesmo que a pessoa não queira crer nisso.
Que se eduque para a fidelidade mútua dos esposos, para a castidade entre os jovens e que não se apresente a promiscuidade como isenta de responsabilidade moral.
O sexo vivido segundo a ordem natural e a vontade de Deus defende o homem de sua frivolidade e preserva seu auto respeito, além de protegê-lo da Aids e de outros males..
O uso do preservativo não é a única maneira, mesmo de forma parcial como sabemos, de se evitar a AIDS.
Esta expectativa da Igreja, de uma educação para o amor, não é fora da realidade?
Se quisermos resolver de fato o problema, precisamos educar para o amor! A Igreja defende já há 2 mil anos a posição de que a educação baseada nos valores é a que de fato funciona plenamente.
A Igreja defende essa posição porque essa posição é a condizente com a alta vocação que o homem é chamado a viver, independente de ser católico ou não.
É a dignidade do ser humano chamado a viver com racionalidade, bom senso e auto-respeito sua afetividade e o saudável exercício de sua sexualidade.
A Igreja não deveria impôr esses argumentos morais apenas para seus fiéis?
A Igreja não impõe, nem mesmo aos seus fiéis seus argumentos, mas orienta e propõe a direção que ela acredita ser a direção de seu Senhor e Mestre.
Para aqueles que não têm fé, a Igreja convida à reflexão e procura apresentar um outro lado da questão, mesmo correndo o risco de ser criticada por sua posição Essa crítica é ouvida, embora, claro, a Igreja se reserve no direito de defender sua posição.
“Os argumentos de ordem moral não são insignificantes nem racionalmente infundados. Trata-se de compreender o significado antropológico da sexualidade humana, como dimensão da pessoa e chamado à comunhão interpessoal, ao dom recíproco de um homem e de uma mulher à elaboração comum de um projeto de vida, destinado a durar no tempo, aberto a gerar filhos e a educá-los, gerando, ao mesmo tempo, uma história em ambientes de afetividade e de solidariedade recíproca, na responsabilidade partilhada diante da vida, nas diferentes circunstâncias”(Carta aberta da CNBB).
Por que a Igreja é contrária a distribuição de preservativos em Escolas públicas?
“Porque tal programa sugere aos jovens a legitimação de hábitos questionáveis no exercício de uma sexualidade precoce, cujas conseqüências podem ser prejudiciais à correta educação e formação da personalidade e do comportamento moralmente e socialmente responsável, o que deveria ser um dos objetivos de qualquer projeto educativo" ( Carta aberta da CNBB).
Além disso, a educação afetiva e sexual é dever e direito dos pais. A propaganda maciça e a distribuição gratuita interferem de forma abusiva no exercício livre do pátrio poder.
Trata-se de uma orientação governamental em escolas que deveriam se preocupar com o crescimento integral da pessoa e não irresponsavelmente distribuir preservativos a jovens que estão iniciando sua vida afetiva e precisam de orientação pessoal e personalizada, em assunto tão delicado e sagrado, daí não ser justo retirar dos pais esse direito e esse dever.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

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CRISE ENTRE AS IGREJAS EVANGÉLICAS

PRESIDENTE DA SOCIEDADE TEOLÓGICA EVANGÉLICA RETORNA À IGREJA CATÓLICA
WASHINGTON DC, 08 Mai. 07 (ACI).- Francis Beckwith renunciou esta semana a seu cargo de Presidente da Sociedade Teológica Evangélica (ETS). O motivo: retornou à Igreja a Católica onde cresceu e que abandonou para abraçar o protestantismo. Beckwith relata que começou sua volta à fé em que cresceu, quando decidiu ler alguns bispos e teólogos dos primeiros séculos da Igreja. “Em janeiro, por sugestão de um amigo querido, comecei a ler os Padres da Igreja assim como alguns trabalhos mais sofisticados sobre a justificação em autores católicos. Comecei a convencer-me que a Igreja primitiva é mais católica que protestante e que a visão católica da justificação, corretamente compreendida, é bíblica e historicamente defensável”. Por isso, em 28 de abril passado recebi o sacramento da Confissão”.

IGREJA CATÓLICA PARA DE PERDER FIÉIS NO BRASIL
Para a desgraça geral dos evangélicos, mais recentemente, pouco antes da vinda do Papa Bento XVI, em 2007, a Fundação Getúlio Vargas divulgou em pesquisa, que: A Igreja Católica parou de perder fiéis no Brasil. Na década de 1990, o número diminuía cerca de 1% a cada ano. A partir de 2000, não houve mais queda.

As pesquisas do IBGE acontecem a cada 10 anos, veja que contrariando a falsa notícia de que o número de católicos é cada vez menor, provamos que o número de católicos, é, e sempre foi, cada vez maior que na pesquisa da década anterior, confira:
Segundo o IBGE, em 1940 no Brasil havia 39,2 Milhões de católicos; em 1950, 48,6 Milhões; em 1960, 65,3 Milhões; em 1970, 85,5 Milhões; em 1980, 105,9 Milhões; em 1991, 121,8 Milhões; em 2003, 139,24 Milhões.
Este é todo compêndio de pesquisas feita desde 1940 pelo IBGE. (Fonte: IBGE).

NOS ESTADOS UNIDOS, CAI VERTIGINOSAMENTE O NÚMERO DE EVANGÉLICOS E CRESCE O DE CATÓLICOS

http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020425/pri_Rel_250402_275.htm


O NÚMERO DE CATÓLICOS NOS ESTADOS UNIDOS ULTRAPASSA O DE EVANGÉLICOS NO BRASIL
No maior país evangélico do mundo, que são os Estados Unidos, os católicos lá, conta 66 milhões e 400 mil católicos, com um incremento anual de 2%, índice igual ao crescimento demográfico. Este número é quase três vezes o número de evangélicos aqui no Brasil, e nunca os católicos, pilheriaram dizendo que os Estados Unidos são uma “nação católica”.

O PAPA JOÃO PAULO FEZ CRESCER O NÚMERO DE CATÓLICOS NO BRASIL E NO MUNDO:
Veja a evolução do número de católicos no Brasil e no mundo, conforme dados da ONU e IBGE: quando João Paulo II iniciou seu pontificado, a Igreja Católica tinha 757 MILHÕES de católicos, ao fim de seu pontificado tem 1 Bilhão e 98 MILHÕES DE CATÓLICOS. Nos Estados Unidos o número de Católicos saltou para 74 MILHÕES (esse número é quase três vezes maior que o número de evangélicos no Brasil). No Brasil, quando o Papa João Paulo II assumiu, em 1978, tinha 85,5 MILHÕES, agora tem 125 MILHÕES de católicos. O Papa ampliou a presença da Igreja de 110 para 180 países. (Fontes: IBGE, ONU).

OUTRA NOTÍCIA ESPETACULAR ACABA DE SER DIVULGADA:

CRESCE NÚMERO DE CATÓLICOS NO MUNDO

ESCÂNDALOS DE PADRES DESVIADOS NÃO AFASTAM FIÉIS NOS ESTADOS UNIDOS, A IGREJA CATÓLICA CRESCE E O PROTESTANTISMO DEFINHA: NOTICIOU O JORNAL "O CORREIO"

http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020425/pri_Rel_250402_275.htm

DIZ SITE EVANGÉLICO: “HÁ ALGO ERRADO COM O POVO CHAMADO EVANGÉLICO”

http://www1.uol.com.br/bibliaworld/igreja/mensag/droch010.htm


OUTRO SITE EVANGÉLICO QUESTIONA: “O QUE ACONTECEU COM OS EVANGÉLICOS?”

http://tempora-mores.blogspot.com/2006/03/o-que-aconteceu-com-os-evanglicos.html

CATÓLICOS PARTEM PARA SER MAIORIA NA INGLATERRA
LONDRES, 2007-02-16 (ACI).- Os católicos no Reino Unido aumentam cada dia mais, devido à intensa imigração dos últimos anos, sobre tudo dos países do leste europeu como a Polônia, e poderiam chegar a superar o número de anglicanos no país. Assim o assinala um relatório do instituto Von Hugel, de Cambridge, que foi publicado ontem no jornal The Times, segundo o qual as paróquias católicas vêem crescer fortemente o número de fiéis. Enquanto em alguns lugares, a Igreja Católica respondeu positivamente a esse fenômeno, em outros se viu “afligida” pela magnitude do desafio que representa a maciça afluência de novos fiéis, explica o relatório.

http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=ESCOLA&id=esc0095#11

GRUPO DE ANGLICANOS SOLICITA INGRESSAR “EM MASSA” À IGREJA CATÓLICA

LUTERANOS FINLANDESES QUEREM VOLTAR AO CATOLICISMO
<<>> Fonte: Jaime Francisco de Moura - CN em 26 Maio de 2005./Zenit/

CONVERTE-SE AO CATOLICISMO O MAIOR ESPALHADOR DE CALÚNIAS CONTRA A IGREJA:
- Dr. Scott Hahn ex-pastor presbiteriano, hoje é professor na Franciscan University of Steubenville - Ohio. Tornou-se um dos maiores pregadores católicos dos EUA. Ele foi um ferrenho aliciador de jovens católicos para o protestantismo, tendo distribuído inúmeras cópias do livro Roman Catholicism, de Loraine Boettner , conhecido como a bíblia do anti-catolicismo, mais de 450 páginas contendo todo o tipo de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado pelo site:

www.chnetwork.org/scotthconv.htm

GRANDE GRUPO DE PASTORES CONVERTEM-SE AO CATOLICISMO.
A revista norte-americana SURSUM CORDA Special edition 1996, noticiou que nos últimos anos, cinqüenta pastores protestantes se converteram ao Catolicismo, sendo que outros mais estão a caminho da Igreja Católica. O artigo respectivo, da autoria de Elizabeth Althau, tem por título Protestant Pastors on the Road to Roma, (pp. 2-13).

Alan Stephen Hopes, “ex-pastor” e “bispo” Anglicano, convertido ao Catolicismo, foi nomeado Bispo auxiliar de Westminster por João Paulo II, após ter sido padre por vários anos. (Para ver os testemunhos destes “ex-pastores” e outros mais, leiam o livro: “Por que estes ex-protestantes se tornaram Católicos”. Editora ComDeus - São José dos Campos. Pedidos:

TV CATÓLICA ESTÁ CONVERTENDO OS NORTE AMERICANOS:
- Marcus Grodi - ex-pastor presbiteriano convertido ao catolicismo, nos Estados Unidos, tem um programa às segundas-feiras, às 20h, na televisão EWTN (católica) com uma ótima audiência, no qual sempre entrevista um ex-protestante convertido. Muitos ligam durante o programa para perguntar algo e terminam dizendo que já estão se convertendo. Saltou para 74 Milhões o número de católicos nos Estados Unidos, esse número é quase três vezes maior que o de evangélicos no Brasil.

Para constatar a corrida dos evangélicos para a Igreja Católica de Jesus Cristo, consulte o Livro:

“Porque estes ex-protestantes se tornaram católicos! “
Autor: Jaime Francisco de Moura
Editora COMDEUS Págs: 52-54

ESSA FOI ÓTIMA:

Ex-protestante convertido aponta 150 razões por ter virado católico:

OUTRA NOTÍCIA MARAVILHOSA:

IGREJA PENTECOSTAL MARANATA, DECIDE SE TORNAR CATÓLICA
Acesse: http://br.geocities.com/jf_m2001/31.htm, e veja os testemunhos fantásticos do pastor, de sua família e dos ex-protestantes dessa igreja, que viraram católicos depois de descobrir qual a verdadeira igreja de Cristo.

Em meio a estas notícias espetaculares para os católicos, os sites evangélicos confessam:

IGREJAS EVANGÉLICAS “PEDEM SOCORRO”, COM TANTO “PASTOR” PORNOGRÁFICO.

http://salmo127.spaces.live.com/blog/cns!DA18AB0ED4BE5EA0!513.entry

“64% DOS PASTORES E EVANGÉLICOS E EVANGÉLICOS SÃO PORNOGRÁFICOS, E 25% SÃO ADULTEROS:
Diz o Artigo de Julio Severo, no site evangélico:

http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=853

NA EUROPA E USA JÁ ESTÃO VENDENDO AS IGREJAS EVANGÉLICAS:
Já aflorou até uma liquidação de venda de igrejas protestantes, na página

http://www.property.org.uk/unique/ch.html é possível ver várias. Algumas já foram convertidas em residências particulares ou hotéis.

Na Suécia, Dinamarca, Grã-Bretanha, Alemanha e Holanda, dezenas de templos protestantes, foram convertidos em bancos, supermercados, museus e repúblicas estudantis em razão da perda de fiéis e dos escassos meios econômicos.

Enquanto isso, o Islã espera converter-se na segunda religião na próxima década, logo atrás do Catolicismo. As confissões alemãs precisam de dinheiro para manter sua burocracia; no entanto, este dinheiro torna-se escasso em razão da diminuição de fiéis e paralisação econômica, fatores que repercutem no chamado imposto religioso, isto é, uma quantidade que o Estado retira dos cidadãos e repassa para a igreja a que pertence cada contribuinte. Por isso, os pastores têm optado pela venda dos templos. Na Alemanha, berço do protestantismo, 50% dos alemães já não crêem em Deus. (Fontes consultadas: La Razón - 21.01.2004), (Instituto Emnid), (Popular/Quentinhas do site Terra 31/01/2006).

Depois de experimentar o enxofre das seitas, como o filho pródigo, voltam os dispersos a casa do Pai.

FONTE: Site www.apelosdoceu.com

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O ESPIRITISMO, UMA FORMA EQUIVOCADA DE BUSCAR A VERDADE

Entrevista em Roma com o exorcista Francesco Bamonte

«A superstição ofende Jesus Cristo porque significa que não se confia suficientemente Nele» afirma o exorcista italiano Francesco Bamonte, autor de um livro sobre a ação oculta do maligno e as supostas comunicações com o além.O volume, editado atualmente em italiano, leva por título «Os danos do espiritismo» («I danni dello spiritismo») e é publicado pela editora Ancora. Edições em outros idiomas estão sendo preparadas.
O padre Bamonte, religioso dos Servos do Coração Imaculado de Maria, dedica seu trabalho pastoral a ajudar as pessoas que caíram nas redes de magos ou de um suposto médium.Nesta entrevista exclusiva a Zenit, este autor de livros já traduzidos em inglês, castelhano, francês e polonês descreve com precisão os danos físicos e psíquicos do espiritismo. Com veemência, repete que «espiritismo e fé católica são irreconciliáveis».

–O senhor é exorcista. Pensa que as pessoas que caem em práticas de espiritismo buscam a verdade de maneira errônea?

–Bamonte: Sempre. As práticas de espiritismo são uma via equivocada de buscar a verdade. Esperam receber informações autênticas sobre Deus, o homem, o além, o passado, o presente e o futuro daquilo que acreditam ser almas de falecidos. Na realidade, geralmente não são mais que truques que em algumas ocasiões fazem entrar em contato com o próprio inconsciente. Em outros casos, contudo, entra-se em contato com espíritos demoníacos que fingem ser almas de falecidos. Porque os fenômenos e as manifestações de espiritismo não são sempre truques, ficção, sugestão, mecanismo psicológico ou manifestação do inconsciente ou criação da psique com a qual alguns queiram explicar algo fora do normal, inclusive aquilo demoníaco ou sobrenatural. Os casos de infestação e de possessão diabólica, nos quais os sacerdotes exorcistas tiveram de intervir depois de uma sessão de espiritismo, demonstram claramente como esta prática é uma via privilegiada para uma ação destrutiva do demônio sobre pessoas.

–O que é exatamente o espiritismo e por que não é conciliável com a fé?

–Bamonte: É a evocação dos falecidos, ou seja, uma prática com a qual, através de técnicas e meios humanos, com ou sem um médium se tenta chamar um falecido para fazer-lhe perguntas. Cada vez que rezamos a Deus por nossos falecidos, sem recorrer a uma prática espirita, pedimos aos falecidos assim como aos santos que orem a Deus conosco e por nós. Esta é a invocação dos falecidos, mas não a evocação, que seria o que fazem no espiritismo.Os defuntos somente podem se manifestar por iniciativa livre de Deus, diretamente e nunca mediante técnicas ou meios como as sessões de espiritismo. Com fins sérios, Deus pode permitir a uma pessoa falecida que se mostre a nós, por exemplo para dar-nos um conselho ou ainda que seja para dar-nos uma presença de consolo, para pedir sufrágios ou para agradecer sufrágios recebidos.Se, pelo contrário, somos nós que queremos provocar um encontro com os falecidos mediante «evocação» com as técnicas espíritas, já desde o Antigo Testamento Deus falou claro a respeito e nos disse que quem fizer estas coisas o abomina. Basta ler Deuteronômio 18, 10-12 ou Levítico 19. 31.

–As práticas de espiritismo prometem consolo e contato com pessoas falecidas. O que se pode dizer, desde um ponto de vista cristão, a quem busca esta aproximação com o além?

–Bamonte: Que leiam a Bíblia e vejam que Deus proíbe severamente esta aproximação com o além porque Ele sabe que é falso e enganoso ao submergir-nos na escuridão e desviar-nos da verdade e da fé autêntica, abrindo caminho à intervenção dos espíritos do mal.Quem quer sentir-se próximo de seus entes queridos falecidos, que se confesse com freqüência, vá à missa, reze por eles e esteja totalmente disponível para o que Deus disponha. Deus lhe dará com certeza a possibilidade de experimentar o gozo de sentir-se em comunhão com os próprios falecidos queridos.

–Quais são os danos principais do espiritismo?

–Bamonte: Moléstias físicas de todo tipo como dores fortes de barriga, na frente, ossos, vômitos, ataques epiléticos, formigamento nas pernas, ataques repentinos de calor e frio, sensação de angústia crescente, contínuos tics nervosos, a impossibilidade de ingerir comida…

–Ainda há mais?

–Bamonte: Referia somente a moléstias físicas, mas há ainda muito mais: não dormir nem de noite nem de dia, não poder estudar ou trabalhar. Estar agitado, ter pesadelos, medo de lugares escuros, sensação de ser agarrados pelos braços ou como se alguém se sentasse em nossos joelhos. Também se experimentam bofetadas invisíveis ou mordidas que não se vêem, assim como golpes no corpo.

–E os danos psicológicos?

–Bamonte: Fenômenos de auto-marginalização do contexto social e cotidiano, estados de dependência parecidos ao álcool ou à droga, perda da racionalidade e da liberdade, dissociação da personalidade até chegar a sentir que alguém entrou na própria pessoa e há vozes que se sobrepõem à oração e blasfemam e induzem ao suicídio.Em relação aos danos sobre os lugares, poderíamos dizer que vem assinalados por fenômenos de movimento de objetos sem nenhuma causa sensível, timbres de portas ou instrumentos musicais que soam de repente. Também há que assinalar golpes no telhado, nas paredes ou no solo, e gritos e vozes no ar, ruído de passos, visões de sombras ou presenças monstruosas.

–O que é o assim chamado espiritismo pseudocatólico?

–Bamonte: O intento inútil de conciliar a fé católica com o espiritismo. Pelo que acabo de dizer se compreende como isto é absolutamente impossível .

–Sim, compreende-se perfeitamente. Mas não é raro encontrar-se com cristãos um pouco supersticiosos. Pode-se corrigir esta tendência?

–Bamonte: A superstição é um pecado contra o primeiro mandamento. Fé cristã e superstição estão em aberta contradição e, contudo, não poucos cristãos têm medo do gato negro que cruza a rua, do óleo que se derrama, do número 13 ou do 17, e levam em cima amuletos ou talismãs para assegurar boa sorte ou afastar má fortuna. Também há muitos cristãos que na porta da casa têm uma ferradura de cavalo. Não é raro ver católicos fazendo gestos como os chifres com a mão ou que cruzam os dedos em momentos particulares. É também grave, sobretudo se se é cristão, crer em horóscopo, consultar os magos, deixar-se ler a mão ou praticar o espiritismo. A superstição ofende Cristo porque revela uma falta de abandono e de confiança n’Ele. Na evangelização, na pregação da missa e na catequese, é necessário anunciar que o cristão se fia sem limites de Cristo, que liberta e salva o homem das forças do mal que o ameaçam. Pelo contrário, a superstição não só não o liberta nem o protege das forças do mal mas é uma via que lhe escraviza para sempre.

Fonte: Site: http://www.apelosdoceu.com/ e Zenit

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PÁSCOA É COLOCAR O PÉ NA ESTRADA...

Páscoa é festa, é alegria, é passagem, é recomeçar, é reconstruir!
É a energia do Ressucitado, que invade o Universo penetrando no coração dos homens, aquecendo-o com justiça, amor e solidariedade.
Páscoa é a clarinada sonora para o enfileirar-se das milícias do bem.
Páscoa é reacender a chama da utopia de um mundo novo onde todos se sintam respeitados nos seus direitos fundamentais como: alimento, saúde, moradia, liberdade, educação, salário justo.
É reanimar o sonho de uma convivência respeitosa e fraterna entre os mortais.
Páscoa é pegar o tijolo, a colher e a argamassa para construir um lar acolhedor onde marido e mulher, jovem e criança convivam alegres e felizes; lar, ninho de amizade, escola de perdão, canteiro de virtudes; lar, onde o marido seja apoio e segurança para a companheira e a esposa acolhimento e ternura para o marido; lar, onde pai e mãe sejam colunas luminosas, que caminham à frente dos filhos. Lar, onde cada dia seja um novo dia, marcado pelo desejo de recomeçar.
Páscoa é sonhar, sonhar e nunca parar de sonhar. Sonhar com um mundo novo, diferente - Mundo Novo, lar imenso onde a família humana conviva sem guerra, sem opressores e oprimidos, sem fome, sem miséria, sem ódio, nem vingança mas celebrando a perene liturgia da vida, do amor e da paz.
Páscoa é colocar o pé na estrada, ser caminheiro na busca de uma nova terra, de uma terra sem males.
Páscoa é arregaçar as mangas, é gastar as horas, os dias, os anos; consumir a massa cinzenta e as energias na "arrumação" de imensa casa da família humana.
Páscoa é a festa dos sonhadores, dos visionários, dos loucos e subversivos que continuam acreditando num "sonhador", "visionário", "louco" e "subversivo" que morreu a mais de dois mil anos numa colina de Jerusalém, mas que continua vivo iluminando o horizonte da humanidade!
Pe. João Batista Frota

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FRANCISCO ALMEIDA ARAÚJO, EX-PASTOR PROTESTANTE CONVERTIDO AO CATOLICISMO

O autor do livreto "Em Defesa da Fé", o agora diácono católico Francisco Almeida Araújo, publicou (na mesma obra) o seguinte testemunho, intitulado "Nossa Senhora do Marrom Glacê".
Nossa Senhora possui muitos títulos. Afinal, ela é Rainha por ser a Mãe do Rei dos Reis, Nosso Senhor Jesus Cristo. Como Rainha, é natural que tenha tantos títulos, sendo, no entanto, ela a única e mesma pessoa.
Esse inusitado, e até exótico título: "Nossa Senhora do Marrom Glacê " estou dando para narrar um pouco do muito amor que a Virgem Maria tem demonstrado por mim, pobre pecador. Seria longo contar todo o meu itinerário religioso.
Não cabe fazê-lo aqui, nesse artigo. Pretendo contar toda a minha vida num livreto que estou preparando. Há certas passagens desse itinerário que não posso dele orgulhar-me.
São tempos de contradição, paradoxais mesmo. Sei, no entanto, que Deus me permitiu tantas experiências para hoje reconhecer sua Misericórdia e poder melhor orientar alguns irmãos.
Na minha ignorância escrevi, ensinei e preguei contra a Igreja, o santo Padre, o Papa, seus Ministros, Eucaristia, a Virgem Maria...
Tempos obscuros esses de cegueira espiritual. Nessa caminhada cheguei a ser ordenado Pastor protestante e professor de teologia em algumas Faculdades Protestantes.
Por que deixei de ser protestante e agora sou católico pela graça de Deus? É o que pretendo narrar aqui, mesmo que de forma muito resumida. Tudo aconteceu por causa de um estudo que fiz sobre a Ceia do Senhor, em (I Coríntios 11,23-32) passagem que já havia pregado tantas vezes, que tinha estudado com seriedade. Ao ler os versículos 23 e 24: "Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o Pão, e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: "Isto é o meu Corpo que é entregue por vós..." Volto a afirmar: quantas vezes havia lido, estudado e pregado esse texto! Mas nesse dia foi diferente. As palavras do Senhor falaram fundo ao meu coração: "Isto é o meu Corpo".
Eu havia aprendido com meus professores de teologia, estudado nos compêndios clássicos da teologia protestante que o texto devia ser entendido com "representa" o meu corpo, "simboliza" o meu corpo. Eu havia aprendido ainda que tudo aquilo era um mero memorial, nem mesmo era sacramento, mas uma simples ordenança...
Mas ali estava a Palavra de Deus dizendo claramente; "Isto é o meu Corpo". Sem deixar transparecer tudo o que se passava em meu coração, sem nada revelar a ninguém, iniciei um estudo mais sério, mais cuidadoso, sobre o assunto. Li e reli várias vezes os Evangelhos e todo o restante do Novo Testamento em busca de uma resposta que acabasse com aquela dúvida em meu coração.
Após algum tempo de estudos, regados de lágrimas e orações, estando um dia de joelhos em meu quarto, a sós, com a Bíblia aberta sobre a cama, estudando no Evangelho de (João 6,25-71), descobri a maravilhosa verdade sobre a Eucaristia. Caí em prantos de alegria incontida. Havia, há poucas horas, me ajoelhado como um Pastor protestante, embora com o coração aflito, cheio de dúvidas, e eis que agora me levanto como Católico Apostólico Romano!
Deus seja bendito para sempre!
Eu sabia que somente a Igreja Católica ensinava a verdade sobre a Eucaristia: a presença real do Cristo na Hóstia e no Vinho consagrados. É uma longa história contar como foi minha confissão para minha esposa e filhos... Todos bem integrados no Protestantismo: dois de meus filhos, os mais velhos, como co-pastores em Curitiba. Uma filha estudando teologia e um outro filho trabalhando também no meio protestante. Isso fica para o meu livrete. Também a reação dos meus irmãos Protestantes. O que devo dizer é que sofri muito... Minha família também. Fui então procurar um Padre e confessar a ele a minha decisão e também dúvidas sobre tantos outros assuntos como: imagens, purgatório, comunhão dos Santos, virgindade perpétua de Nossa Senhora... Deus me guiou ao bom Monsenhor José Lélio Mendes Ferreira, pároco da igreja de São João Batista, em Atibaia, Estado de São Paulo. Ele me recebeu com muito amor e atenção, o que é próprio desse servo do Deus altíssimo. Apresentou-me ao piedoso e culto Bispo, meu grande bom amigo, Dom Antonio Pedro Misiara.
Fiz minha caminhada até reencontrar o Cristo na Eucaristia e ver posteriormente filhos fazendo a Primeira Comunhão. Quando deixei os Protestantes era mês de outubro. Fiquei portanto desempregado... Logo as economias se acabaram. Não conseguia emprego embora professor formado pela Universidade... Tudo porque era final de ano letivo. Sem que Mons. Lélio ou Senhor Bispo soubessem, eu e minha família ficamos sem alimentos... Como morávamos numa chácara, passamos a comer somente mandioca que ali existia. Acabaram-se as boas amigas mandiocas e ficamos dois ou três dias sem alimento algum. Rezávamos intensamente pedindo ajuda de Deus.
Com muito estudo, descobri na Palavra de Deus, a Bíblia, todas as maravilhas verdades sobre a Virgem Maria e sobre as santas doutrinas de nossa Igreja Católica. Tudo obra da graça de Deus.
Num desses dias de jejum forçado, uma de minhas filhas, a Susan (na época tínhamos oito filhos e hoje nove, graças a Deus) me disse: "Papai, estou morrendo de fome, mas sinceramente o meu maior desejo é comer um pedaço de marrom glacê ". É o doce preferido dela. Em resposta e sem pensar, lhe disse: "Pois vá ao seu quarto, dobre seus joelhos e peça à Virgem Maria uma lata de marrom glacê ". Ela respondeu firme: "Pois eu vou pedir agora mesmo, e quero ver se a Virgem Maria ouve mesmo orações" . Um esclarecimento: já éramos católicos, mas dado ao bloqueio psicológico, devido aos anos de pregações ouvidas e livros lidos contra Nossa Senhora, não éramos capazes de rezar a "Ave Maria" ou outra oração Mariana, com convicção, com o coração. Tinha Nossa Senhora na mente, mas não sabia que faltava vir ao coração.
Eu não sei, confesso-o, como transmitir aqui o que se passava comigo nesse sentido. Espero que o leitor me entenda. Voltando ao momento em que ouvi aquela resposta de minha filha Susan, minha esposa que também a ouviu e o que havia dado como resposta à Susan, disse-me: "Você não devia ter dito isso, pois a Susan pode pedir uma lata de doce marrom glacê e não receber. Quem sabe Deus quer provar mais ainda nossa fé". Ela tinha razão e muito séria, o que contarei no meu livrete. Respondi então à minha esposa: "Vamos, então, para o nosso quarto pedir a Nossa Senhora que não permita a Susan perder sua fé, tão nova e ainda pequena". Susan já estava fazendo o pedido em seu quarto. Eu e minha esposa nos ajoelhamos em nosso quarto, e rezamos uma "Ave Maria" e uma oração espontânea dirigida à Virgem Maria. Pedimos que guardasse a fé de Susan. É claro que não pedimos o marrom glacê.
No outro dia de manhã, alguém bate palmas lá no portão de entrada de nossa chácara. Pelo vitrô vi que era um jovem de barbas e com um crucifixo bem visível numa corrente ao pescoço. Vi logo que não eram os meus irmãos Protestantes que novamente vinham discutir Bíblia comigo, na vã tentativa de demover-me de ser católico. Meu filho Alden correu e abriu o portão. Ele, o jovem, se fazia acompanhar de também uma jovem senhora. Estavam num carro "Fusca" amarelo. Eu, esposa e filhos já estávamos na varanda para recebê-los. O jovem então disse: "Pastor Francisco, eu sou o Padre José Carlos Brilha" (o meu bom amigo Padre Brilha!) e essa é a Magui? (apelido carinhoso de Maria Guilhermina Michele). Disse então, do prazer em conhecê-los. Ainda na varanda, Magui me disse que estava trazendo de presente para nós alguns alimentos.
Mal acabando de dizer essas palavras, abriu a porta do seu carro, do lado do motorista, reclinou o banco e de uma das caixas que se encontravam sobre o banco traseiro, retirou uma lata e olhando para minha filha Susan, Disse: "E essa lata de doce foi Nossa Senhora que lhe mandou". Era uma lata de marrom glacê!
Nossa Senhora atende orações sim. Ali estava a prova. Ela atendeu o pedido de Susan.
Oito filhos, e abaixo da Susan um filho e uma filhinha. Por que logo para Susan? Sim, eu sei a resposta. Era a Mãe do Céu que queria entrar no meu coração, no coração daquela família. Não bastava tê-la em nossa mente. Aquele momento foi de lágrimas e de louvor ao Altíssimo Deus por nos ter dado tão sublime Mãe. Naquele momento, nosso amor e nossa fé na Virgem Maria cresceu profundamente. Foi como o desabrochar de uma flor. Desde aquela data, estamos trabalhando no Reino de Deus, falando das glórias da Virgem Maria onde quer que vamos. Muitas e muitas graças eu e minha família temos recebido pelas mãos de Nossa Senhora.
Pelas mãos da Mãe do Céu viemos residir em Anápolis, Goiás, e aqui pelas mãos santas do nosso muito amado Bispo Dom Manoel Pestana Filho, esse culto e inteligente defensor da sã doutrina, nosso orientador espiritual, nosso líder da Fé, recebemos a Ordenação ao Diaconato Permanente. Somos Diácono de Cristo a serviço de Nossa Senhora. Sou Diácono da Virgem Maria. Glória a Deus!
Penso que os leitores entenderam agora a razão do título que dei à Virgem Maria neste artigo. Voltaremos, se Deus nos permitir, a falar das glórias da Virgem Maria.
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PÁSCOA, FESTA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

A Páscoa já era celebrada solenemente pelo povo judeu desde Moisés, para comemorar a passagem do Mar Vermelho, onde sucumbiram as forças do Faraó que perseguiam o povo de Deus. Foi a passagem da escravidão do Egito para a liberdade da Terra Prometida por Deus a Abraão. Por isso os judeus a celebravam, e ainda celebram solenemente.

Cristo celebrava a Páscoa como bom judeu, fiel às Sagradas Escrituras, e celebrou-a juntamente com os seus Apóstolos na Última Ceia, onde nos deixou o memorial da sua Paixão: a Eucaristia.

A Páscoa cristã, que tem a sua imagem na dos judeus, é a celebração da Ressurreição de Cristo, a vitória da Vida sobre a morte, o triunfo da graça sobre o pecado, da luz sobre as trevas. Cristo desceu à mansão da morte para destruir a morte. “Com a sua morte destruiu a morte e com sua Ressurreição deu-nos a vida.”

Esta é a alegria e a esperança cristã. O verdadeiro cristão jamais se dá por vencido porque sabe que já é vitorioso Naquele que venceu a morte.

Cada criança ao ser batizada participa desta Morte e da mesma Ressurreição de Cristo; é regenerada; e vive uma vida nova na liberdade dos filhos de Deus.

Jesus, sendo Deus e Homem ao mesmo tempo, trazendo em si de modo harmonioso as duas naturezas, pôde morrer como homem e oferecer á Justiça divina, como Deus, um sacrifício de valor Infinito, e assim pôde conquistar para todos os homens de todos os lugares e de todos os tempos, o resgate do pecado e da morte.

Após a Ressurreição Jesus instituiu no mesmo domingo desta, o Sacramento do perdão, a Confissão; na verdade Ele estava ansioso para distribuir aos homens o perdão que Ele haveria de conquistar com sua morte e Ressurreição; por isso no mesmo dia em que ressurgiu dos mortos Ele enviou os seus Apóstolos a perdoar aos pecados em seu Nome. “Aqueles a quem vocês perdoarem os pecados, os pecados serão perdoados” (Jo 20,22).

Cristo ressuscitou e vive entre nós; isto é um fato histórico que os Evangelhos narram. São Paulo afirma na Carta aos Coríntios que “Ele apareceu para mais de quinhentos, dos quais muitos ainda são vivos”.

A verdade da Ressurreição de Cristo é que explica a força dos Apóstolos a saírem pelo mundo pregando Jesus vivo e presente entre eles. Nesta certeza eles enfrentaram o império romano e o tornaram cristão. Nesta certeza eles enfrentaram os dentes dos leões sob Nero, Dioclesiano, Vespasiano, Domiciano e outros imperadores que os massacraram. Foi na força da Ressurreição de Jesus que a Igreja sempre venceu todos os seus inimigos: as heresias, o comunismo, o nazismo, o ateísmo, o racionalismo, as perseguições terríveis da Revolução Francesa e as do século XX na Espanha e no México.

Acreditar que a Igreja chegou até nós com tantas vitórias, sem acreditar na Ressurreição de Cristo, seria acreditar num milagre maior do que a própria Ressurreição.

Cristo Ressuscitou e vive entre nós. Ele disse aos Apóstolos antes da Ascensão ao Céu: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”.

Hoje, diante de tantos sinais de morte presentes em nossa sociedade, precisamos ser anunciadores e vivenciadores desta Páscoa-passagem. O mundo, mais do que nunca precisa conhecer o milagre da ressurreição, para que haja plena libertação de tudo aquilo que nos impede de experimentar a graça de Deus. Esta solenidade cristã não pode ser reduzida a uma lembrança remota de um passado longínquo, mas precisa ser um estado permanente de vida, fruto de uma conversão diária, consequência de uma transformação profunda em nossa maneira de viver. Cristo ressucitará em mim e na sociedade, quando cada cristão ser um verdadadeiro discípulo e missionário de Jesus, principalmente na prática do amor e na defesa indiscutível da vida.

Não deixemos, pois, que esta sociedade capitalista de consumo transforme a Páscoa numa data meramente mercantilista, onde as atenções se voltam unicamente para o comércio, o lucro e as leis de mercado. É a Ressurreição que nos interessa, o resto vem por acréscimo. Tenhamos coragem, irmãos! Jesus venceu a morte, venceu a dor, venceu o pecado ... não tenhamos medo de assumir publicamente a nossa fé católica, mesmo diante de tantas tribulações e perseguições, porque Ele caminha conosco. Feliz Páscoa!

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CRUZ, SÍMBOLO DE MORTE OU SINAL DE VIDA E SALVAÇÃO?

Os católicos não adoram a imagem ilustrativa da cruz, mas através dela recordam e cultuam Aquele que nela morreu por nós. A cruz, não é mais símbolo de morte e sofrimento, mas sim de vida e salvação. É sinal de Redenção, expressão viva de amor, certeza de esperança na vida eterna e convite para carregarmos com alegria a nossa própria cruz. As imagens católicas não são "ídolos", são apenas sinais de lembrança, objetos sagrados que estimulam a nossa oração e nos fazem lembrar realidades muitos maiores. A sagrada escritura nos assegura que o próprio Deus mandou que se fizessem imagens, conforme lemos em Ex 25, 18-20/ Nm 21, 8-9/ I Rs 6, 23-35. No que se refere a proibição divina de Ex 20, 4, precisamos interpretá-la corretamente. Ela não se refere a toda e qualquer imagem indistintamente, mas sim aos ídolos pagãos que alguns povos politeístas adoravam, principalmente no Antigo testamento. Conhecendo o texto original desta passagem no Antigo testamento, em hebraico, percebemos que na realidade o termo usado é "pesel", o que em grego se diz "eidolon", que se traduz "ídolo", ou seja, uma representação de uma divindade. Ora, a Igreja nunca ensinou que os santos/as da fé cristã são deuses ou deusas, portanto, não são ídolos. Contextualizando o trecho (Ex 20,4), entendemos que a sua finalidade era mostrar o cuidado e a proteção de Deus para com seu povo eleito, a fim de que este não se deixasse influenciar por tantas culturas alheias à fé no único e verdadeiro Deus. Não tenhamos pois, receio de venerar as relíquias e imagens sagradas.


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"FELIZES OS QUE CRÊEM SEM SER PRECISO VER" - MILAGRE EUCARÍSTICO DE LANCIANO!



Nossos sacrários mantêm entre nós a realidade da Encarnação: "O Verbo se fez carne e habitou entre nós..." E habita ainda verdadeiramente presente entre nós, não somente de uma maneira espiritual, mas com seu próprio Corpo. Esta presença real da carne de Cristo (uma carne viva, unida à alma e à divindade do Verbo, pois Jesus está hoje ressuscitado) é admiravelmente manifestada pelo milagre de Lanciano. Um milagre que dura há mais de 12 séculos e que a ciência depois de minucioso exame, teve que se inclinar. Sim, um milagre, e bem destinado ao nosso tempo de incredulidade. Pois, como diz São Paulo, os milagres são feitos não para aqueles que crêem, mas para os que não crêem. E Deus permitiu para todos os que ainda duvidam da presença Eucarística do Cristo ou que a negam, que um milagre, que dura 12 séculos, fosse nos últimos anos, posto em evidência e verificado pela própria ciência. "Isto é meu corpo! Isto é meu sangue!", disse Cristo (cf. Mt 26,26-28).
Este prodigioso milagre deu-se por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, na igreja do mosteiro de São Legoziano, onde viviam os monges da Ordem Basiliana (de São Basílio). Entre os monges, havia um que se fazia notar mais por sua cultura mundana do que pelo conhecimento das coisas de Deus. Sua fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho Seu verdadeiro Sangue. Mas a Graça Divina nunca o abandonou, fazendo-o orar continuamente para que esse insidioso espinho saísse do seu coração.
Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo. Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse: "Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!" A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o monge num novo Tomé.
A Hóstia-Carne apresentava, como ainda hoje se pode observar, uma coloração ligeiramente escura, tornado-se rósea se iluminada pelo lado oposto, e tinha uma aparência fibrosa; o Sangue era de cor terrosa (entre amarelo e o ocre), coagulado em cinco fragmentos de formas e tamanhos diferentes. Serenada a emoção de que todo o povo foi tomado, e dadas aos Céus as graças devidas, as relíquias foram agasalhadas num tabernáculo de marfim, construído a mando das pessoas mais credenciadas do lugarejo. A partir de 1713, até hoje, a Carne passou a ser conservada numa custódia de prata, e o Sangue, num cálice de cristal.
O Milagre e a Ciência
Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, a partir de 1574, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório. Foi em 18 de novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos de renome profissional e idoneidade moral a análise científica das relíquias. Para tanto, convidaram o Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de Anatomia e Histologia Patológica e de Química e Microscopia Clínica, para, assessorado pelo Prof. Ruggero Bertelli, Prof. emérito de Anatomia Humana Normal na Universidade de Siena, proceder aos exames. Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo o resultado das análises:
• A Carne é verdadeira carne.
• O Sangue é verdadeiro sangue.
• A Carne é do tecido muscular do coração (contém, em seção, o miocárdio, endocárdio, o nervo vago e, no considerável espessor do miocárdio, o ventrículo cardíaco esquerdo).
• A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana.
• No Sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes minerais: cloreto, fósforo, magnésio, potássio, sódio e cálcio. As proteínas observadas no Sangue encontram-se normalmente fracionadas em percentagem a respeito da situação seroproteínica do sangue vivo normal. Ou, seja, é sangue de uma pessoa VIVA.
• A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por doze séculos e expostos à ação de agentes físicos, atmosféricos e biológicos constitui um fenômeno extraordinário. E antes mesmo de redigirem o documento sobre o resultado das pesquisas, realizadas em Arezzo, os doutores Linoli e Bertelli enviaram aos Frades um telegrama nos seguintes termos:
"E o Verbo se fez Carne!"
E o impressionante é que é a Carne do Coração. Não a carne de qualquer parte do Corpo adorável de Jesus, mas a do músculo que propulsiona o Sangue – e portanto a vida – ao corpo inteiro; do músculo que é também o símbolo mais manifesto e o mais eloqüente do amor do Salvador por nós. A Eucaristia é, na verdade, o dom por excelência do Coração de Jesus. "Meu Coração é tão apaixonado de amor pelos homens". O que aconteceu em Lanciano, acontece em todas as igrejas do mundo e em qualquer missa, a única diferença é que lá em Lanciano além de transubstanciar a substância (pão e vinho), transubstanciou-se também a aparência.

MILAGRES EUCARÍSTICOS EM TODO O MUNDO

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ANO CATEQUÉTICO NACIONAL - CATEQUESE, CAMINHO PARA O DISCIPULADO (19 de Abril a 22 de Novembro de 2009)

POR QUE UM ANO CATEQUÉTICO:

A Igreja ao celebrar 50 anos do primeiro Ano Catequético, quer dar continuidade e dinamismo ao movimento catequético e fazer com que todas as Dioceses, Paróquias e comunidades sejam de fato comunidades catequizadoras, cuja centralidade é a formação para o discipulado. Neste sentido, a 44ª Assembléia Geral dos Bispos (2006) aprovou por unanimidade a realização de um Ano Catequético. A iniciativa é resultado da importância e valorização que a Igreja vem dando à CATEQUESE, como ficou expresso no processo de elaboração do Diretório Nacional de Catequese (DNC – 2002 a 2005); e também na V Conferência de Aparecida. Sem o impulso da catequese não há como formar discípulos missionários.
O documento Catequese Renovada publicado em 1983 foi um grande impulso para uma catequese bíblica centrada no princípio fé/vida. Foi muito bem operacionalizado pela linha 3 da CNBB, através de uma coordenação nacional. Nessa onda de renovação surgiram as semanas brasileiras de Catequese, a primeira em 1986, com o tema “Fé e Vida em Comunidade” e a segunda, em 2001, com o tema “Com Adultos, Catequese Adulta”.
O Ano Catequético Nacional em 2009, com a realização da 3ª Semana Brasileira de Catequese de 6 a 11 de outubro em Itaici-SP, cujo tema é “Iniciação à Vida Cristã”, vem consolidar esta caminhada e apontar luzes e pistas para os novos desafios da realidade.

ANO CATEQUÉTICO É PARA TODA A IGREJA:
O Ano Catequético é para toda a Igreja, não quer ser um evento isolado, se insere no processo de recepção do Documento de Aparecida, nas novas Diretrizes da Igreja no Brasil DGAE (2008-2011); no Sínodo sobre a Palavra; no 12° Intereclesial de Cebs e Campanha da Fraternidade. Enfim, quer impulsionar e dinamizar toda a caminhada pastoral da Igreja: Dioceses, Prelazias, Paróquias, comunidades, pastorais e movimentos. Diante disso, os Bispos, os Párocos, primeiros responsáveis pela catequese, juntamente com os agentes de pastorais leigos, de modo especial, os catequistas, são conclamados a dinamizar as atividades propostas para este evento, ao longo do ano e que terá seu ponto alto com a realização da 3ª Semana Brasileira de Catequese.

PROGRAMAÇÃO

Abertura Oficial - 2º Domingo de Páscoa (19 de abril) nas Dioceses, Prelazias, Paróquias, Comunidades, com criatividade e de forma celebrativa.

Celebração do episcopado pelo Ano Catequético na 47ª Assembléia Geral dos Bispos. (22 a 30 de abril)

3ª Semana Brasileira de Catequese – 6 a 11 de outubro – Indaiatuba(SP), com o Tema: Iniciação à Vida Cristã.

Celebração Dia do/a CATEQUISTA – 30 de agosto, nas paróquias, dioceses e regionais.

Encerramento: Domingo de Cristo-Rei (22 de novembro). Em sintonia com o Dia Nacional do Leigo/a.

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AMOR A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

É dever de todo católico amar a Igreja profundamente. Ela é o meio que Deus Pai escolheu para salvar-nos, depois que o pecado entrou em nossa História. É o corpo Místico do seu Filho, no qual Ele nos reúne como uma só família de Deus. O Concílio Vaticano II nos ensina que: “A Igreja é, em Cristo, como que o sacramento ou o sinal e instrumento da íntima reunião com Deus e da unidade de todo o gênero humano” (LG,1). “Ela é o instrumento da Redenção de todos os homens” (LG,9), “sacramento universal da salvação” (LG, 48), pelo qual Cristo “manifesta e atualiza o amor de Deus pelos homens” (LG,45). “Ela é o projeto visível do amor de Deus pela humanidade”, disse o Papa Paulo VI. “Pela Igreja, ensina o Catecismo, Deus quer transformar o gênero humano no único povo de Deus, consagrado no único templo do Espírito Santo” (CIC N° 776).

Falando da Igreja disse Santo Ambrósio: “Ela é esse navio que navega bem neste mundo ao sopro do Espírito Santo com as velas da Cruz do Senhor plenamente desfraldadas” (CIC, 845).

Para mostrar-nos toda a sua importância, o Catecismo da Igreja diz que ela é: "a reação de Deus ao caos provocado pelo pecado"(CIC,761). É o instrumento de Deus para destruir todo pecado e todo o mal e trazer toda a humanidade para Deus. A Igreja é a nossa Mãe; é através dela que renascemos para Deus, através do Batismo; por isso, deve ser conhecida, amada, respeitada, obedecida e defendida.
É ela, e, somente ela, que nos dá o Corpo e o Sangue do Senhor na Sagrada Eucaristia, para remédio e sustento de nossas forças. É ela que nos dá a efusão do Espírito Santo pela Crisma. É ela que transforma em sacramento e benção a nossa união conjugal; é ela, e somente ela, que nos dá os sacerdotes; é ela que, enfim, nos unge no leito da dor e da morte. É ela que nos levará ao céu; e é por ela que viveremos a eternidade em Deus. Ela é a Noiva do Cordeiro. Quem a rejeita, conscientemente, rejeita a própria salvação e o próprio Deus que a instituiu, diz o Catecismo: “Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, [o Concílio] ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente no seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo batismo, como que por uma porta. Por isso não podem salvar´se aqueles que, sabendo que a Igreja católica foi fundada por Deus através de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem entrar nela, ou então perseverar ( LG 14)”, (CIC n.846). São João Roberts, uma das vítimas de Henrique VIII, após este se tornar o “Chefe” da Igreja na Inglaterra, antes de morrer na forca, pôde gritar para todos ouvirem, aquela frase que os Santos Padres repetiam nos primeiros séculos: “Fora da Igreja não há salvação” ( Um Santo Para Cada Dia, Ed. Paulinas, SP, 1983, pag 396) Cristo e a Igreja são uma só realidade. São Paulo diz: “Cristo é a Cabeça do Corpo que é a Igreja” (Cl 1,18).: “Vós sois o Corpo de Cristo e cada um, de sua parte é um dos seus membros” (1Cor 12,27).

Santo Agostinho a chamava de “Cristo total” (“Christus totus”). E dizia: “Alegremo-nos, portanto, e demos graças por nos termos tornado não somente cristãos, mas o próprio Cristo... Admirai e rejubilai, nós nos tornamos Cristo”(CIC, n° 795). “A Igreja é o lugar em que a humanidade deve reencontrar a sua unidade e a sua salvação” , ensina o Catecismo. Por isso tudo, declarou certa vez o Papa Paulo VI: “Quem não ama a Igreja, não ama Jesus Cristo”. E amá-la implica em conhecê-la, respeitá-la, obedecê-la, serví-la, e dar a vida por ela.

Santa Joana D’Arc disse a seus juízes:

“Quanto a Jesus e à Igreja, parece-me que são uma só coisa, e que não há questionamento sobre isso”.

São Bernardo, o Doutor melífluo, mostra todo o seu amor à Igreja nessas palavras memoráveis: “Permaneceremos na fé e combateremos até à morte, se for necessário, pela Igreja, nossa Mãe, com as armas que nos são permitidas: não com escudos e espadas, mas com as orações e as lágrimas a Deus” (Epist. 221, 3; Migne, P.L.; CLXXXII, 36,387). Todos os santos e santas amaram a Igreja com um amor imenso, dedicando a ela toda a sua vida. Santa Tereza de Ávila, no seu Caminho de Perfeição, diz: “Procurai a limpeza de consciência e humildade, desprezo de todas as coisas do mundo e fé inabalável no que ensina a santa Madre Igreja” ( Ed. Paulinas, 2. ed., pag 129,1979, SP ).

A Igreja é a Esposa de Cristo, e por ela, Ele derramou o seu Sangue (Ef 5,26).

Os Santos Padres gostavam de compará-la à Arca de Noé, a única que salva do dilúvio (1Pe 3,20-21). Nela vive o Senhor. Ela é a nossa garantia de paz, verdade e salvação. Infelizmente essa boa Mãe é tantas vezes mau amada por muitos dos seus filhos. Muitos não a conhecem, e por isso não a amam. A desprezam, a criticam, a ofendem, sem perceber que estão ofendendo e magoando “o próprio Jesus”. A Igreja é divina e humana, por isso é santa, embora formada por pecadores; mas invencível e infalível quando ensina a fé e a moral, pois tem a assistência do próprio Senhor que nela vive continuamente.

“Eis que estarei convosco todos os dias...“ Não nos desesperemos e nem desanimemos com os erros e com os pecados dos seus membros; por mais que eles sejam abundantes não conseguirão afundar a barca de Pedro, que recebeu do Senhor a garantia de que as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela. A parte humana, que somos nós, sempre será falha, mas a sua alma, o Espírito Santo, jamais permitirá que ela erre o seu caminho. Jesus lhe prometeu, antes de sofrer a Paixão: "Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não a podeis suportar agora. Mas quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade..."(Jo 16,12). Pode haver garantia maior do que essa? Se o Espírito Santo foi prometido, e dado, por Jesus para guiar a Sua Igreja, como, então, ela poderia errar o caminho da Salvação? Antes de pensar que a Igreja poderia ter errado o caminho da fé, seria preciso aceitar que as promessas que Ele fêz à Igreja não se cumpriram, ou que Ele mentiu para os seus apóstolos na última Ceia. Mas isto jamais! Jesus não pode errar porque é Deus. Desde Pedro a Igreja já teve 265 Papas, enfrentou até aqui 2000 anos de perseguições, heresias e outros tantos perigos que somente uma instituição divina poderia resistir. Esta é a maior prova. Se nem os pecados dos seus filhos: leigos, padres, bispos e papas, a destruiram, é porque, de fato, ela é divina. Certa vez um jornalista perguntou a um cardeal da Tchecoslováquia, Frantisek Tomasek, em 1985, nos tempos difíceis da perseguição comunista naquele país: "Eminência, não está cansado de combater sem êxito?" E o Cardeal respondeu: "Digo sempre uma coisa: quem trabalha pelo Reino de Deus faz muito, quem reza faz mais ainda, quem sofre faz tudo. Este tudo é exatamente o pouco que se faz entre nós na Tchecoslováquia"(Revista Pergunte e Responderemos nº284, jan 86).

Como disse Pascal: "Através da Igreja, Cristo continua a sua paixão”.

Outro exemplo maravilhoso de amor à Igreja, dado em nossos tempos, foi o de Monsenhor Ignatius Ong Pin´Mei, Bispo de Shangai, no dia seguinte de sua libertação, depois de passar trinta longos anos nos cárceres da China comunista, por amor a Cristo e à Igreja Católica. Assim se expressou:

"Eu fiquei fiel à Igreja Católica Romana. Trinta anos de prisão não me mudaram. Eu guardei a fé. Eu estou pronto amanhã a voltar novamente à prisão para defender minha fé"(PR). Que estas palavras sirvam de estímulo para aqueles católicos de pouca convicção, que por qualquer erro dos homens da Igreja, já querem abandoná-la ou desprezá-la.

Que sirvam também àqueles que, conhecendo o ensinamento da Igreja sobre os assuntos da fé e da moral, preferem "seguir a própria consciência", ao invés de seguir aquilo que ensina a Igreja, com a assistência do Espírito Santo. Ele mesmo é a "Memória viva da Igreja".

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